Já se passaram cinco anos desde que meu caso com o amigo do meu filho, Kitayama, começou. Naquela noite, depois de uma briga feia após descobrirmos a terceira traição do meu marido, Kitayama me consolou quando eu estava deprimida. Então, com um olhar sério, ele confessou: "Quero me vingar de você por ter me traído. Posso ser eu?". Embora me sentisse culpada, ultrapassei os limites, querendo corresponder aos sentimentos de Kitayama. E então...